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Redação
da Semana

Confira aqui os temas das redações da semana de todas as semanas do ano, além de videos, matérias e imagens relacionadas.

Tutorial e tema aula 9/2017 ENEM


Ensino no Brasil é um tema matricial: todos devemos dominá-lo. 

A educação é reconhecidamente o setor mais estratégico de um país. Logo, se estiver em crise, a sociedade também estará. 

Essa será nossa introdução: como um profissional pode se realizar num setor desprestigiado e eternamente em crise? 

No D1, o foco serão as causas do desprestígio do magistério no nosso pais. Em primeiro lugar, é inevitável citar os baixos, realmente irrisórios, salários desses profissionais - estão entre os piores do mundo. Além disso, a exigência de capacitação e a projeção de carreira são quase inexistentes. Finalmente, não existem, no horizonte político, propostas de alteração desse quadro negativo. 

No D2, o objetivo é discutir as consequências dessa problemática para a sociedade, o custo que nos gera. Afinal, todas as relações sociais dependem da educação. Está formado o ciclo vicioso da desvalorização do profissional da educação: seu meio social não tem sequer condições de lhe atribuir importância. 

Na conclusão, vamos sugerir que duas atitudes, simultâneas, devem ocorrer: capacitação e remuneração coerentes. 


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Tutorial e tema aula 8/2017 ENEM


O objetivo deste tutorial é contextualizar a ética no cenário nacional. Como nos comportamos como cidadãos?

Na introdução, vamos contextualizar essa discussão: a ética é a base da cidadania, das relações sociais. E como o brasileiro a reconhece?

No D1, vamos tentar construir o conceito mais conhecido de nossa "cidadania", o "jeitinho brasileiro": o que realmente representa esse comportamento, qual sua origem, como  nos deparamos com ele no cotidiano, como o reproduzimos, como está entranhado nas nossas instituições.

No D2, suas consequências: cidadãos eminentes da nossa sociedade, por exemplo, os políticos, e cidadãos comuns, todos nós, praticamos atitudes anti-éticas diariamente, de modo consciente ou não, prejudicando o conjunto da sociedade.

Na conclusão, as soluções: educação e cobrança!


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Tutorial e tema aula 7/2017 ENEM


"Tolerância na prática"

A Constituição Federal de 1988 – norma de maior hierarquia no sistema jurídico brasileiro – assegura a todos a liberdade de crença. Entretanto, os frequentes casos de intolerância religiosa mostram que os indivíduos ainda não experimentam esse direito na prática. Com efeito, um diálogo entre sociedade e Estado sobre os caminhos para combater a intolerância religiosa é medida que se impõe.

Em primeiro plano, é necessário que a sociedade não seja uma reprodução da casa colonial, como disserta Gilberto Freyre em “Casa-Grande Senzala”. O autor ensina que a realidade do Brasil até o século XIX estava compactada no interior da casa-grande, cuja religião era católica, e as demais crenças – sobretudo africanas – eram marginalizadas e se mantiveram vivas porque os negros lhe deram aparência cristã, conhecida hoje por sincretismo religioso. No entanto, não é razoável que ainda haja uma religião que subjugue as outras, o que deve, pois, ser repudiado em um estado laico, a fim de que se combata a intolerância de crença.

De outra parte, o sociólogo Zygmunt Bauman defende, na obra “Modernidade Líquida”, que o individualismo é uma das principais características – e o maior conflito – da pós-modernidade, e, consequentemente, parcela da população tende a ser incapaz de tolerar diferenças. Esse problema assume contornos específicos no Brasil, onde, apesar do multiculturalismo, há quem exija do outro a mesma postura religiosa e seja intolerante àqueles que dela divergem. Nesse sentido, um caminho possível para combater a rejeição à diversidade de crença é descontruir o principal problema da pós-modernidade, segundo Zygmunt Bauman: o individualismo.

Urge, portanto, que indivíduos e instituições públicas cooperem para mitigar a intolerância religiosa. Cabe aos cidadãos repudiar a inferiorização das crenças e dos costumes presentes no território brasileiro, por meio de debates nas mídias sociais capazes de descontruir a prevalência de uma religião sobre as demais. Ao Ministério Público, por sua vez, compete promover ações judiciais pertinentes contra atitudes individualistas ofensivas à diversidade de crença. Assim, observada a ação conjunta entre população e poder público, alçará o país a verdadeira posição de Estado Democrático de Direito.


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Tutorial e tema aula 6/2017 ENEM


 O objetivo deste tutorial é responder a pergunta "quais os objetivos da lei seca?".

 Na introdução, vamos contextualizar o tema: apesar de polêmica - e repudiada por boa parte da população - , essa lei surge como uma reação ao assustadoramente crescente volume de vítimas fatais do trânsito no Brasil. Quais são, porém, suas condições de eficácia?

 No D1, vamos demonstrar o impacto positivo do surgimento da "lei seca": muitos motoristas passaram a reconsiderar a atitude de beber e dirigir, assim como a mídia passou a alertar mais contra essa atitude irresponsável. As prisões em função desse delito aumentaram, e a fiscalização direcionada, as chamadas "baladas seguras", criaram um clima de pressão no motorista infrator.

 No D2, vamos discutir a eficácia desses procedimentos. Apesar da lei, a fiscalização não é onipresente: não pode, em especial nas estradas, coagir o grande volume de cidadãos irresponsáveis. Além disso, as condições rodoviárias no Brasil não são as melhores, o que favorece os acidentes fatais. E o mais difícil: mudar a cultura do motorista, conscientizá-lo das suas responsabilidades.

 Na conclusão, vamos propor soluções. A "lei seca" só será eficaz com três atitudes simultâneas: maior conscientização do motorista, maior fiscalização e permanente cobrança na mídia.


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Tutorial e tema aula 5/2017 ENEM


Redação nota 1000 - INEP

A publicidade infantil movimenta bilhões de dólares e é responsável por considerável aumento no número de vendas de produtos e serviços direcionados às crianças. No Brasil, o debate sobre a publicidade infantil representa uma questão que envolve interesses diversos. Nesse contexto, o governo deve regulamentar a veiculação e o conteúdo de campanhas publicitárias voltadas às crianças, pois, do contrário, elas podem ser prejudicadas em sua formação, com prejuízos físicos, psicológicos e emocionais.

 

Em primeiro lugar, nota-se que as propagandas voltadas ao público mais jovem podem influir nos hábitos alimentares, podendo alterar, consequentemente, o desenvolvimento físico e a saúde das crianças. Os brindes que acompanham as refeições infantis ofertados pelas grandes redes de lanchonetes, por exemplo, aumentam o consumo de alimentos muito calóricos e prejudiciais à saúde pelas crianças, interessadas nos prêmios. Esse aumento da ingestão de alimentos pouco saudáveis pode acarretar o surgimento precoce de doenças como a obesidade.

 

Em segundo lugar, observa-se que a publicidade infantil é um estímulo ao consumismo desde a mais tenra idade. O consumo de brinquedos e aparelhos eletrônicos modifica os hábitos comportamentais de muitas crianças que, para conseguir acompanhar as novas brincadeiras dos colegas, pedem presentes cada vez mais caros aos pais. Quando esses não podem compra-los, as crianças podem ser vítimas de piadas maldosas por parte dos outros, podendo também ser excluídas de determinados círculos de amizade, o que prejudica o desenvolvimento emocional e psicológico dela.

 

Em decorrência disso, cabe ao Governo Federal e ao terceiro setor a tarefa de reverter esse quadro. O terceiro setor – composto por associações que buscam se organizar para conseguir melhorias na sociedade – deve conscientizar, por meio de palestras e grupos de discussão, os pais e os familiares das crianças para que discutam com elas a respeito do consumismo e dos males disso. Por fim, o Estado deve regular os conteúdos veiculados nas campanhas publicitárias, para que essas não tentem convencer pessoas que ainda não têm o senso crítico desenvolvido. Além disso, ele deve multar as empresas publicitárias que não respeitarem suas determinações. Com esses atos, a publicidade infantil deixará de ser tão prejudicial e as crianças brasileiras poderão crescer e se desenvolver de forma mais saudável."


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