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Redação
da Semana

Confira aqui os temas das redações da semana de todas as semanas do ano, além de videos, matérias e imagens relacionadas.

TUTORIAL PUC 32


Bem, o tema é vasto, portanto é importante delimitá-lo, escolher os enfoques adequados, que correspondam tanto à expectativa do corretor quanto às condições do redator. Comecemos com o seguinte aspecto: redatores diferentes preferem abordagens diferentes, é óbvio.

Há aqueles que optam por abordagens históricas ou sociais. Quando pensam em “insegurança”, lembrarão grandes mudanças no curso da humanidade - como a era das Grandes Navegações, a Revolução Francesa e a queda do Muro de Berlim - que trouxeram alterações bruscas e traumáticas para as sociedades em que ocorreram. Por outro lado, há alunos que têm uma visão mais introspectiva, psicológica (que, aliás, parece ser a abordagem levemente majoritária), e abordarão o mesmo assunto da perspectiva do indivíduo face à sociedade: a insegurança será relacionada então à formação e afirmação da personalidade, ao mercado de trabalho, à violência urbana, etc.

É importante salientar que ambas as abordagens são aceitas da mesma forma, não havendo vantagem de uma sobre a outra para efeito de avaliação. O importante é que o redator encontre o seu estilo pessoal, o seu “jeito”.

Vamos exemplificar uma possibilidade de estrutura a partir do ponto de vista da abordagem psicológica. Começamos escolhendo, a partir de nossas condições de argumentação, situações que possam levar os seres humanos à sensação de insegurança, por exemplo, a escolha da carreira profissional (que ocorre no vestibular) e a entrada no mercado de trabalho, enfoques que devem ser citados na introdução.

Em cada desenvolvimento (os chamados D1 e D2), abordaremos, organizadamente, cada uma das situações, com o objetivo de explicar por que provocam insegurança nos indivíduos. Vale salientar - o parágrafo só será bem sucedido se relacionar a situação escolhida à insegurança.

Por fim, na conclusão, tarefa será encontrar sugestões para enfrentar ou eliminar essa sensação negativa.

Uma observação importante: é uma excelente estratégia escolher situações complementares, que possam ser tratadas em uma seqüência coerente, como a escolha da profissão e o mercado de trabalho, o que depende apenas de o redator elaborar um bom planejamento.


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TUTORIAL PUC 17


Embora o tema não nos pareça interessante à primeira vista – já que, no Mottola, poucos são os alunos que trabalham e estudam –, é possível criar abordagens que proponham uma visão crítica sobre uma questão de real relevância no nosso contexto social. Talvez pudéssemos até entender de forma diferente a pergunta “como o jovem pode conciliar”: poderíamos pensar se realmente o jovem pode conciliar ambas as atividades, em que condições isso é possível e em quais não o é.

Vamos planejar essa estrutura de acordo com um dos padrões mais simples nas construções de raciocínios e redações. Criaremos um enfoque em que responderemos que, em determinadas situações, o jovem concilia trabalho e estudo, mas que, em outros contextos, isso não é possível. Abordar dois aspectos aparentemente contraditórios (um positivo e outro negativo!) não é, neste caso, problemático, porque analisaremos jovens em situações diferentes.

Na introdução, devemos contextualizar a importância do tema: grande parte dos jovens brasileiros é levada, pela sua situação social e pela necessidade de construir uma perspectiva de futuro, a encarar a realidade de estudar e trabalhar simultaneamente. É importante salientar, aqui, as diferentes exigências a que se submetem os jovens, com cargas de trabalho e estudo ora mais exigentes ora mais aceitáveis.

No D1, enfocaremos as situações positivas, aquelas nas quais o jovem se adapta à rotina de trabalho e estudo e usufrui dela. Examinemos por exemplo, o caso das instituições de ensino, universidades ou escolas, que dão bolsas a alunos e lhes oferecem uma oportunidade de trabalho em meio período, com remunerações condizentes com a complexidade da atividade e o tempo em que a executam; o resultado dessa interação jovem-instituição é positivo para ambos: para aquele, por integrar-se tanto social quanto intelectualmente e, para esta, por formar quadros que, além de com ela colaborarem de forma expressiva, serão socialmente assistidos.

No D2, analisaremos as situações em que essa relação não produz frutos assim tão positivos. Quando, por exemplo, o jovem procura atividades no mercado de trabalho mais tradicional e competitivo, a carga de trabalho será, normalmente, extensa, e a remuneração talvez insufi ciente, o que poderá provocar duas conseqüências negativas: por um lado, a exploração do trabalho do jovem, exaurindo uma mão de obra que não se desenvolverá, não conseguirá evoluir; por outro lado, freqüentando quaisquer instituições de ensino depois de cargas exaustivas de trabalho, ele não poderá se dedicar adequadamente ao ambiente e às exigências do estudo.

Na conclusão, o objetivo será propor soluções aos problemas do D2, utilizando, por exemplo, as iniciativas elogiadas no D1.


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TUTORIAL UFRGS 04


A questão que o tema nos coloca reproduz um comportamento comum no cotidiano das escolas brasileiras: a “cola”. E de forma também corriqueira: fl agrada pelo professor. A pergunta é: o que fazer, como reagir? Podemos nos posicionar de duas formas - ou seremos condescendentes, atribuindo um caráter secundário, casual, ao problema, ou o encaramos no formato mais sério possível, sob o ponto de vista ético. Optaremos pela segunda abordagem.

Na introdução, vamos expor nosso ponto de vista: embora a “cola” seja um comportamento constante nas escolas brasileiras, já atingindo também o ensino superior, não é por isso que devemos aceitá-lo. Tentaremos mostrar que, apesar de “natural”, ingênua, talvez até infantil, não deixa jamais de ser uma atitude contra a ética.

No D1, analisaremos o ponto de vista do aluno - o que o leva a colar? - e provaremos que nenhuma justifi cativa poderia ser aceitável para tal atitude. Se o aluno não estudou o que julgava sufi ciente, podemos imaginar duas situações: ou não o fez por mera irresponsabilidade, o que tornaria o ato de colar defi nitivamente condenável, sem apelação, ou foi impedido por um motivo relevante, como uma doença séria. Nesta segunda situação, a cola também não seria justifi cável, na medida em que o estudante teria o direito de reivindicar a alteração da data da avaliação. Nada salva esse comportamento.

No D2, analisaremos o contraponto do professor: se dissemos que a cola não é aceitável, então teremos que impor ao profi ssional uma reação séria, severa: não é possível ignorar que a atitude do aluno deva ser, de alguma forma, penalizada. Se não, qual a coerência do papel do professor como educador, como promotor de valores que sirvam de exemplo para todos? Não necessitamos, porém, tomar uma atitude defi nitiva, como reprovar o aluno, mas pelo menos uma segunda avaliação com um criteriosa, mais exigente, deveria ser imposta ao aluno.

Na conclusão, faremos um balanço de nossa análise: a responsabilidade de cada indivíduo precisa ser compreendida no meio em que ele atua. Na escola, nessas pequenas atitudes, estaremos dando um exemplo de como as relações humanas na sociedade deve realmente funcionar: com ética.


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TUTORIAL UFRGS 09


Este tema da UFRGS será acessível, de caráter amplo, social, possibilitando alguma polêmica. Como os grupos humanos lidam com a diferença e a exclusão é um questionamento que aponta para múltiplos aspectos da cultura brasileira, e optaremos por abordá-la do modo mais crítico possível. Para dar conta desse objetivo, criaremos uma estrutura que privilegie o aprofundamento da criticidade: no D1, abordaremos o exemplo; no D2, a generalização, a resposta ao tema.

Na introdução, contextualizaremos a situação de discriminação e exclusão na sociedade brasileira. Em seguida, citaremos nosso enfoque: o preconceito racial, que permanece presente no nosso meio, de forma explícita ou velada, apesar de todas as insistentes afi rmações de que viveríamos em uma “democracia racial”, num ambiente de “tolerância” e de ”consenso”. Dividiremos, assim, nosso raciocínio em duas etapas, tentando caracterizá-las diferentemente em cada um dos desenvolvimentos posteriores, o D1 e o D2.

No D1, o objetivo é retomar a exclusão racial, citando exemplos notórios da sua presença em nosso cotidiano. Não é difícil encontrar traços desse comportamento: no humor popular, em piadas que disfarçam o preconceito na “graça”, e até no esporte, especialmente no futebol, os brasileiros já travaram contato com momentos em que ser negro foi uma condição social desrespeitada. Esse parágrafo deve ser fi nalizado com o perfeito convencimento da presença da exclusão e do preconceito na nossa realidade social.

No D2, buscaremos explicar por que o preconceito e a exclusão estão presentes na nossa sociedade. Partiremos do seguinte pressuposto: longe de representarem uma postura meramente pessoal, tais atitudes são fatos sociais, recorrentes e contínuos. Quais suas causas? A notória falta de instrução, escolaridade e leitura, aliada ao desconhecimento da nossa história e do papel do negro da nossa sociedade geram uma intolerância à diversidade, seja ela motivada pela cor seja ela associada a qualquer “diferença” (como se a cor fosse realmente um traço distintivo no nosso país!). Tentaremos demonstrar, portanto, a total incoerência desse posicionamento.

Na conclusão, nos resta, é claro, apresentar sugestões de como superar a postura sectária de não entender, nem tolerar, a diversidade social, retomando a necessidade de ler, educar, informar, em atitudes não só movidas pelo governo mas também pelo conjunto da sociedade.


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TUTORIAL PUC 75


Aproveitaremos este tema tradicional da PUC, que aborda aspectos diretamente relacionados a nosso cotidiano, para, além da prática rotineira da redação, começarmos a conhecer as diferenças que as propostas da UFRGS podem apresentar. A pergunta fatores que tornam bem sucedida a preparação para o vestibular, simples e objetiva, coloca, porém, o redator perante o seguinte desafi o: relacionar determinadas atitudes, comportamentos, com a aprovação – ou um resultado positivo – no vestibular. Vejam: o objetivo do tema é arelação entre o fator e a aprovação.

Na introdução, contextualizaremos a realidade da escola e da rotina de estudos nesse período da nossa formação: normalmente, estudamos pouco por não haver exigência “cobrança”. O estudo com objetivos defi nidos, competitivo, difi cilmente ocorre no ensino médio. Esses fatos gerarão os nossos enfoques, que discutirão o fato de que temos aprender a estudar e a ter resultados depois de deixarmos a escola.

No D1, abordaremos o mais simples deles: a difi culdade do aluno em estipular uma rotina de estudos, que contemple todas as matérias de modo homogêneo, ou, mais especifi camente, de acordo com suas necessidades. Só se submetendo a uma carga de estudo e leitura regular será possível que o estudante veja realmente todo o conteúdo e conheça não só a realidade das provas, mas também as suas limitações, as quais podem impedir o seu sucesso. Analisado o aspecto técnico, passaremos a um enfoque mais subjetivo no D2.

Nele mostraremos que, além de estudar de modo intenso e objetivo, é necessário que o vestibulando tenha uma rede de apoio que o oriente para superar as exigências psicológicas a que estará exposto. Normalmente de baixa faixa etária, é de se esperar que o estudante “vacile” em função da competitividade e da expectativa incerta da aprovação. Ou pais ou professores devem ser, então, atuantes para evitar que o esforço intelectual seja obliterado pela condição emocional. Lembre que, em ambos os desenvolvimentos, o foco deve ser a ligação entre o fator, estudo ou motivação, e a aprovação. Teremos, assim, um exercício argumentativo bastante complexo, a abordagem relacional

Na conclusão, tentaremos retomar justamente essa idéia: a complexidade da aprovação do vestibular, que depende de fatores complementares, tanto intelectuais quanto emocionais. Para o sucesso, ambos devem estar sob controle


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