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Redação
da Semana

Confira aqui os temas das redações da semana de todas as semanas do ano, além de videos, matérias e imagens relacionadas.

TUTORIAL UFRGS 11


Hoje temos um tema realmente acessível, de fácil estruturação: dificuldades de comunicação e estratégias para superá-las é um assunto do cotidiano, com o qual todos já tivemos algum tipo de contato, seja como protagonistas seja como testemunhas. O problema aqui será evitar as abordagens ingênuas, tais como apenas narrar, ou utilizarse de situações banais. Além disso, precisamos nos dedicar à generalização, ou seja, à atribuição de um caráter mais amplo aos nossos argumentos. 

Na introdução, apresentaremos o nosso exemplo, o nosso ponto de partida. Escolheremos tratar das dificuldades de comunicação entre pais e filhos, o que permite análises muito variadas, como as diferenças de idade, culturais, a maturidade de cada uma das partes, etc. 

No D1, analisaremos o problema da comunicação sob o ponto de vista dos filhos, nas situações em que se dirigem aos pais pedindo ou comunicando algo significativo, como, por exemplo, as dificuldades em relação ao vestibular. Tentaremos mostrar como o indivíduo que inicia o processo de comunicação pode prejudicá-lo: é notório o afastamento dos pais em relação ao contexto do vestibular, que mudou muito nas duas últimas décadas (com o aumento da competitividade, o surgimento das políticas de cotas, etc.); conseqüentemente, se o filho não situar seus pais na realidade atual do vestibular, será difícil fazer claro seu ponto de vista. Daí nosso primeiro argumento: a dificuldade de comunicação pode partir do próprio indivíduo que se comunica. 

No D2, mostraremos como, por outro lado, o ouvinte pode também criar ruídos na comunicação. Os pais podem não estar dispostos a entender a situação dos seus filhos: acostumados a uma trajetória escolar relativamente tranqüila, não lhes parece compreensível que o vestibular seja uma barreira assim tão intransponível. A idéia é argumentar que o ouvinte se coloca no diálogo com conceitos pré-concebidos, que, se não levados em conta pelo falante, representarão uma dificuldade definitiva para ambas as partes chegarem a um consenso. 

Na conclusão, vamos sugerir a estratégia de superação coerente: devemos conhecer nosso interlocutor, respeitando seu universo cultural, para podermos partilhar, adequadamente, nossas idéias e necessidades.


Material de Apoio


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TUTORIAL PUC 50


Escolhemos, para esta semana, um tema de razoável complexidade, de muita circulação no universo de redações e de boa aceitação entre os redatores, cujo assunto nos interessa diretamente como brasileiros: a atuação dos meios de comunicação de massa pode conciliar liberdade e responsabilidade?

Há várias maneiras de abordá-lo, especialmente por comparação: por exemplo, entre os meios do Brasil e os do exterior, entre os que conciliam e os que não, ou apenas tentando explicar como poderiam fazê-lo. Optaremos pela forma mais acessível, contrastando a atuação daqueles que conseguem com aqueles que não conseguem.

Na introdução, contextualizaremos a atuação dos meios de comunicação no Brasil, mostrando a complexidade da situação: o quanto precisamos desses meios, como eles atuam e de que modo podem nos trazer prejuízos. Em seguida, apresentaremos nosso enfoque comparativo, criticando os meios que não são responsáveis e comentando a papel dos meios que são responsáveis.

O papel do D1 será enfocar, inicialmente com exemplos, situações em que os meios de comunicação, a TV, por exemplo, demonstram irresponsabilidade no tratamento de determinados temas, o que pode ocorrer em programas políticos ou até nos infantis. A seguir, devemos avaliar por que achamos tal abordagem negativa.

No D2, o objetivo será o contrário: trabalhar as ocasiões em que é possível contar com uma atuação positiva desses meios, o que é visível nas campanhas de conscientização a respeito de vários aspectos urgentes, como os referentes à saúde, ou à educação da população no geral.

Na conclusão, nos posicionaremos de forma contundente a favor das atitudes do D2, retomando a crítica às do D1, ressaltando que as posturas negativas são voluntárias, conscientes, e podem ser evitadas.


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TUTORIAL UFRGS 06


Tema de caráter extremamente amplo. O questionamento mudanças que estão acontecendo sem que percebamos pode ser abordado de infi nitas formas e com exemplos. Tentemos conduzir a abordagem de modo conveniente a nossas condições.

Na introdução, contextualizaremos a situação de mudança que escolheremos. Vamos optar por mudanças no âmbito social - as políticas afi rmativas, como o bolsa-família, o sistema de cotas, etc. Neste parágrafo, o fundamental é demonstrar por que ocorrem tais alterações, que causas, sociais, históricas, políticas, levaram a essa tomada de atitude no nossa sociedade, especialmente por parte dos nossos governantes. É importante ressaltar que, sem uma análise das causas, o desenrolar da redação será incoerente. Afi nal, será necessário explicar como as pessoas a elas reagiram e solucionar os problemas delas decorrentes.

No D2, buscaremos analisar a consciência que as pessoas têm dessas mudanças. Claro que ela - a consciência - pode variar muito em determinados grupos sociais. Por exemplo, grupos benefi ciados por tais alterações podem ser favoráveis a elas sem ter noção da extensão de suas consequências. Por outro lado, grupos alijados dos benefícios tendem a ter uma resistência a essas alterações e apresentarem uma postura mais crítica quanto aos seus efeitos.

Na conclusão, nos resta, é claro, apresentar sugestões de como superar a postura alienada, de desconhecer as alterações e suas consequências, ou a postura reacionária, que resiste a quaisquer alterações.


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TUTORIAL PUC 06


Para esta pergunta, “alienação ou participação?”, a resposta parece óbvia, não? A expressão “alienação” é necessariamente pejorativa, negativa, e é difícil imaginar um contexto – coerente – em que conseguíssemos defender tal postura. Optaremos, então, pela participação. No nosso planejamento, a introdução mencionará o nosso posicionamento – nossa escolha pela participação – e, a partir daí, poderemos desenvolver duas linhas diferentes de raciocínios: numa primeira hipótese, mais simples, mas também mais exigente, defenderemos a participação em ambos os desenvolvimentos, discutindo situações em que a participação é importante; noutro raciocínio, contrastaremos os aspectos negativos da alienação e, logo após, retomaremos a idéia de que a participação é mais interessante. O planejamento que se segue se orientará pela segunda hipótese – o contraste.

Retomando a introdução: é necessário já deixar claro que o nosso ponto de vista é optar pela participação, o que faremos primeiramente criticando a alienação e depois mostrando como a participação resolveria problemas deixados pela postura inversa. No D1, analisaremos situações em que a postura alienada resultou em prejuízos para a vida e o futuro do jovem. Sugiro uma situação atual, bastante sensível para os estudantes de hoje: as novas políticas implementadas pelo governo nacional no setor da educação. Do sistema assistencialista de cotas ao ENEM, pouco – ou nada – se viu de participação do jovem, seja na elaboração de propostas seja na forma de protestos quanto a prováveis prejuízos. Quer dizer, o jovem nem discutiu nem protestou: alienou-se completamente do processo que alterou profundamente o acesso à universidade – principalmente pública – do país. Qual o resultado da alienação? A incerteza quanto ao futuro. 

No D2, recorremos à história recente do Brasil para justificarmos a importância da participação do jovem em relevantes questões sociais ou políticas. O movimento dos “caras-pintadas”, de milhares de jovens espalhados por todo o país, colaborou, em 1992, no forma de protestos massivos, para o impedimento (também chamado impeachment) do então presidente Fernando Collor de Mello. 

A mobilização dos jovens levou a uma pressão insuportável sobre a classe política daquele momento, a ponto de a mídia refletir e atender suas demandas. A participação do jovem valeu a alteração de um momento político complicado do país e a perspectiva de um futuro melhor. Na conclusão, ratificaremos a crítica à postura descomprometida e a opção pelas escolhas conscientes.


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TUTORIAL PUC 08


Este é um tema de grande importância para a continuidade do nosso trabalho. Nele, utilizaremos praticamente todas as ferramentas comentadas em mails anteriores. Começando pela noção de planejamento: o tema apresenta-se quase como um questionário, com diversas perguntas que se devem ser respondidas em posições claras na estrutura do texto; pela complexidade do assunto, usaremos exemplos diversos, mas conscientemente escolhidos pelo seu caráter complementar; por fi m, devido à gravidade do assunto, criaremos tópicos-frasaisfortes a ponto de permitirem expressar nosso ponto de vista crítico. Um detalhe: a redação deve trabalhar o conjunto de dois itens: violência (de qualquer tipo, física ou até verbal!) e pessoas de certa instrução (ou seja, a violência ligada apenas ao roubo, ao assalto, não parecem adequadas a este contexto...).

Na introdução, responderemos a primeira pergunta: “como se manifesta essa violência?”. Inicialmente recordemos que a introdução não é um parágrafo propriamente argumentativo; que deve apenas refl etir a escolha do nosso ponto de vista, dos nossos enfoques (já defi nidos no planejamento!). Partiremos de duas situações que expressam a violência com pessoas instruídas em lugares públicos, como no trânsito e nos estádios de futebol. Em ambos os desenvolvimentos, responderemos “quais são as suas causas?”.

No D1, abordaremos o trânsito, que permite entrever uma ampla variedade de situações de violência, entre motoristas e pedestres (o desrespeito em relação à faixa de segurança), entre motoristas (o excesso de velocidade, as ultrapassagens perigosas), entre todos (o consumo de álcool associado à direção), etc. Em qualquer desses casos, minha sugestão de tópico seria denunciar esse contexto como um problema social, não apenas de um indivíduo isoladamente, mas procurando generalizar, algo como “quando vemos pessoas que passaram por um processo mínimo de escolaridade desrespeitando regras elementares de convivência social, podemos perceber que grande parte da violência do nosso cotidiano resulta da falta de noções de cidadania”.

No D2, complementaremos a abordagem analisando o segundo exemplo, a violência entre torcidas, e atribuindo outra causa à propagação indiscriminada da violência. Notemos primeiramente um detalhe social relevante: já de algum tempo, o futebol deixou de ser um esporte de classes populares; os preços dos ingressos são cada vez mais proibitivos, e é comum, no Rio Grande do Sul, por exemplo, a imensa maioria das pessoas presentes ser sócia do time, tendo, portanto, um razoável nível social – e de escolaridade. Mesmo assim, ainda estamos expostos a brigas e até a incidentes fatais. Um das explicações pode ser a sensação da impunidade: sem leis rigorosas, o indivíduo se vê liberado para agir como bem entende. Nosso tópico poderia ser “acostumado a não respeitar regras básicas de convivência social, quando se vê no anonimato de uma multidão, o brasileiro tende ao comportamento violento, certo de que não será reprimido ou punido por isso”.

Na conclusão, responderemos por que essas manifestações não podem ser justifi cadas (no sentido de aceitas), mostrando que elas impedem o convívio social sadio e que as soluções seriam educação e fi scalização das leis por parte das autoridades governamentais.


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