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Redação
da Semana

Confira aqui os temas das redações da semana de todas as semanas do ano, além de videos, matérias e imagens relacionadas.

TUTORIAL ENEM B


O primeiro Enem (pelo menos o que valeu mesmo...) a gente nunca esquece,
especialmente se não fomos bem como esperávamos. Por isso, minha abordagem para
este tema tentará ser a mais ponderada possível, respondendo a todos os aspectos que
a proposta exige. É possível associá-la, inclusive, aos temas da UFRGS, que normalmente
desenvolvem raciocínios relacionais, em que dois focos têm a mesma importância;
neste caso, o indivíduo (o brasileiro, claro!) e a ética nacional.

Na introdução, é fundamental contextualizar a realidade brasileira que todos
conhecemos: vivemos um período excepcionalmente infeliz no que diz respeito à ética,
tanto nas ações dos homens públicos, que pretensamente deveriam dar exemplos
positivos, quanto do homem comum, que reproduz condutas antiéticas no seu cotidiano.

No D1, o foco será o que consideramos a ética nacional, analisando o comportamento
dos homens públicos, especialmente os políticos, e projetando as conseqüências de seus
atos para a constituição da imagem que temos deles (um detalhe: nosso texto não deve
se restringir à crítica à ação dos políticos; devemos preparar o D1 para complementar a
análise no D2, abordando o homem comum).

O D2 será, então, uma conseqüência lógica, uma extensão do raciocínio iniciado no
D1: a imagem negativa do homem público, ampliada pela mídia, se refl ete nas nossas
atitudes cotidianas. A falta de senso social e a sensação de impunidade levam o homem
comum a sentir-se à vontade para desrespeitar as mais evidentes normas sociais, desde
as regras do trânsito até o pagamento de impostos, prejudicando a coletividade e a si
mesmo. O resultado é que vivemos um círculo vicioso de corrupção e um vazio ético.

Na conclusão, tentaremos apontar um caminho para desenvolvermos, no futuro, ma
sociedade mais sadia, por meio, por exemplo, da educação e do esforço da sociedade
civil honesta


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TUTORIAL PUC 28


Embora o tema não nos pareça interessante à primeira vista – já que, no Mottola,
poucos são os alunos que trabalham –, é possível criar abordagens que proponham
uma visão crítica sobre uma questão de real relevância no nosso contexto social. Talvez
pudéssemos até entender de forma diferente a afi rmação: claro que a abordagem deve
partir do ato de que o preconceito com a mulher no mercado de trabalho é, ainda,
evidente.
Vamos planejar essa estrutura de acordo com um dos padrões mais simples nas
construções de raciocínios e redações. Criaremos um enfoque em que responderemos
que, em determinadas situações, a mulher obteve reconhecimento; e, em outros, isso
não ocorre.
Na introdução, devemos contextualizar a importância do tema: o desprestígio do
salário das mulheres é um resquício do preconceito que ainda sofrem na sociedade. É
importante salientar, aqui, se a sociedade evoluiu, as conquistas das mulheres ainda não
estão completas.
No D1, enfocaremos as situações positivas, aquelas nas quais a mulher se adapta à
rotina de trabalho e usufrui dela. Examinemos, por exemplo, o caso das mulheres que
tiveram sucesso profi ssional com remunerações condizentes com a complexidade da
atividade e o tempo em que a executam; o resultado dessa interação mulher-instituição
é positivo para ambos: para aquela, por integrar-se tanto social quanto intelectualmente
e, para esta, por formar quadros que, além de com ela colaborarem de forma expressiva,
ganham dignidade. É importante ter exemplos concretos.
No D2, analisaremos as situações em que essa relação não produz frutos assim tão
positivos. Quando, por exemplo, a mulher procura atividades no mercado de trabalho
mais tradicional e competitivo, a carga de trabalho será, normalmente, extensa, e a
remuneração talvez insufi ciente, o que poderá provocar duas conseqüências negativas:por um lado, a exploração do trabalho da mulher, exaurindo uma mão de obra que não
se desenvolverá, não conseguirá evoluir; por outro lado, explorando, de forma desumana,
injusta e preconceituosa todo esse grupo social. Novamente, os exemplos são essenciais.
Na conclusão, o objetivo será propor soluções aos problemas do D2, utilizando, por
exemplo, as iniciativas elogiadas no D1.


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TUTORIAL PUC 14


Começamos bem - o tema é uma pergunta simples, direta e objetivo: “Se o
trabalhador brasileiro mudou, qual é o seu novo perfil?”
. Apesar da objetividade,
não devemos desprezar a profundidade que esse tema pode exigir e realmente atingir.
Todos lembramos as mudanças sociais ocorridas nos últimos anos no Brasil, no que diz
respeito à renda do trabalhador e às políticas sociais, alardeadas tanto nacionalmente
pelos governos quanto externamente por órgãos internacionais. Portanto, muita coisa
- e inteligente - pode ser dita. Para alcançarmos uma boa análise, utilizaremos, nesta
abordagem, o raciocínio de causas e consequências.
Na introdução, contextualizaremos justamente essa situação: as condições dos
trabalhadores brasileiros melhoraram nas últimas duas décadas, em especial em duas
áreas: renda (por exemplo, o considerável aumento de pessoas na classe C) e políticas
sociais (por exemplo, o bolsa-família e o sistema de cotas).
No D1, vamos analisar as causas que provocaram essas melhoras. o que envolve,
naturalmente, aspectos políticos a serem considerados. Por exemplo, a desigualdade
social brasileira era, reconhecidamente, uma das mais injustas do mundo. Se os governos
mais recentes não tomassem alguma atitude, o agravamento da situação poderia nos levar
uma condição social insustentável de violência e crimes generalizados (do que, aliás, já
estamos próximos). Há, porém, também o interesse eleitoreiro, demagógico(importante
expressão neste contexto!): devido à gravidade da situação, o governo criou políticas
sociais que, se, por um lado, melhoraram a situação do cidadão pobre temporariamente
(mesmo que nem todos sejam atendidos por elas), são apenas paliativos, não resolvem
o problema, como as chamadas “bolsas” e o sistema de cotas nas universidades públicas.
No D2, analisaremos as consequências sociais dessas transformações, principalmente
o efeito sobre o cidadão, tanto nas suas condições materiais quanto na sua concepção
de cidadania. Quanto às condições materiais, o aumento do consumo em várias áreas,
desde a alimentação até a construção civil, mostram uma melhoria nítida na qualidade
 de vida dos brasileiros, que, se não resolve ainda todos os nossos problemas sociais, já
nos coloca numa situação melhor do que a anterior. Por outro lado, no que diz respeito à
cidadania - à noção que o cidadão tem de seus direitos e deveres - talvez a evolução não
tenha sido tão signifi cativa: nem todos são contemplados igualmente pela mudanças, e
as políticas sociais podem provocar uma sensação de injustiça em camadas da população
não atingidas por elas.
Na conclusão, nos resta sugerir que essa evolução deve ser implementada ainda mais
e que, no futuro, as políticas do governo sejam sufi cientemente inclusivas para que todos
os cidadãos tenham uma percepção mais justa da sociedade em que vivem.


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TUTORIAL UFRGS 10


Na nossa primeira redação da UFRGS, temos um questionamento interessante:
identifi car um grupo do qual não gostaríamos de fazer parte. É importante salientar vários
detalhes, relativos ao nosso ponto de partida, para evitar uma abordagem tangencial.
Primeiramente, o grupo deve ser citado de uma forma clara, perfeitamente identificável
na nossa realidade social; em segundo lugar, tal grupo não precisa apresentar
características intrinsecamente negativas – basta que não queiramos integrá-lo; há,
ainda, um terceiro fator: é possível até que realmente integremos esse grupo, embora
não quiséssemos estar nessa condição (integrar o grupo de vestibulandos, por exemplo!).

Na introdução, é conveniente já escolher o grupo que analisaremos, levando em
consideração um fator importante: a possibilidade de generalização. Na redação da
UFRGS deve-se sempre levar em consideração que o foco não será o exemplo, apenas,
mas o seu papel em um determinado contexto. Ao optarmos pelo grupo, por exemplo,
das modelos, tentaremos associar suas características às de outros grupos, que possam
parecer inconvenientes.

No D1, usaremos a estratégia do tópico-frasal, estrutura obviamente no formato de
frase, em que anunciaremos o objetivo do primeiro parágrafo, tentando mostrar como
a carreira da modelo condiciona e limita as pessoas nos seus aspectos físicos (como
ocorre também com atletas!). A partir daí, criticaremos os excessos que freqüentemente
ocorrem neste contexto, como a indução à magreza excessiva ou às cirurgias plásticas
desnecessárias. Objetivo do parágrafo não é repudiar o grupo das modelos, exatamente,
mas os grupos em que o apelo descontrolado a aspectos físicos pode trazer prejuízos.

No D2, em um novo tópico-frasal, redefi niremos o objetivo, mostrando que as
modelos dificilmente tomam decisões por conta própria na sua atividade, normalmente
dependendo de empresários e uma ampla rede de contatos para progredir (novamente,
de forma muito semelhante a diversos atletas...). O foco aqui é demonstrar as dificuldades de seguir uma carreira em constante dependência de interesses muito além dos pessoais, da modelo (ou do profissional em questão!); é criticar uma vida com baixa autonomia profissional – ou até mesmo pessoal.

Para a conclusão, nos resta a estratégia de nos posicionarmos favoravelmente aos
valores que os integrantes do grupo criticado não podem seguir: a independência, seja
para usar o corpo da forma que achar mais adequada, seja para assumir o comando dos
aspectos decisivos da nossa vida.

 


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TUTORIAL PUC 10


A humanidade, ao longo dos séculos, vivenciou inúmeras guerras, fomentadas pela
busca do poder, entre as nações, tendo, muitas delas, conseqüências catastróficas. Hoje a
situação é ainda pior. Alguns países e organizações buscam o fim dos conflitos, mas esse
objetivo de poucos está cada vez mais distante da nossa realidade.

Objetivos da introdução: retomar o tema e apresentar os enfoques – plenamente
atingidos!

Há séculos, as guerras eram isoladas e seus efeitos eram regionais. Atualmente, em
uma era globalizada, em que os países estão interligados pelos meios de comunicação,
o mundo inteiro compartilha as tensões entre os países inimigos, elevando o problema à
escala mundial. Mesmo assim, a ambição selvagem do homem ainda estimula as guerras,
sempre calcadas nos mesmos motivos medievais: conquista de territórios e cobiça pelo
poder
. O egoísmo de poucos tem trazido a miséria e a aniquilação de milhares. Os esforços
para conter essas hostilidades tornam-se cada vez mais efêmeros, em virtude da presença
de tantas disparidades sociais e econômicas, além do predomínio do sentimento de
ganância e de posse, sobre quaisquer tentativas apaziguadoras
. Tais sintomas acirram as
disputas entre as nações fazendo da paz no mundo não mais que um devaneio, uma vez
que os órgãos competentes mostram-se, cada vez, inefi cazes e subjugados pelos países
fortemente militarizados.

Objetivo do D1: mostrar como as tentativas de paz hoje são tão infrutíferas quanto
no passado e por que ainda hoje elas não são efi cazes – plenamente atingido (veja a
sublinha...)!

Atualmente, a paz tem sido mantida através da imposição do poderio bélico de
determinados países – uma irônica diplomacia – chegando ao ponto de entrarem em
guerra para garantir a paz no futuro
. Contudo, estaria certo fazer uma guerra contra outra
nação para fins preventivos, ou seja, assegurar a paz com a própria guerra, mesmo quando
as organizações responsáveis e a opinião pública colocam-se contra tal manifestação?
uma evidente explicação para tal paradoxo: o medo
. Tomando como exemplo os Estado
Unidos, percebe-se um grande trauma na sua formação, pois a guerra fez-se necessária
para garantir sua independência e sua paz em relação à metrópole britânica. Com o
tempo, depois de fortalecido e devidamente armado, os Estados Unidos, em função
da sua própria fobia, passaram a impor seu poderio bélico aos países que representam
uma possível ameaça para sua estabilidade, em uma clara intimidação diplomática, em
que os demais países ou sucumbem aos seus desmandos ou morrem na guerra pela
defesa da própria dignidade. Trata-se, evidentemente, da busca pela paz individual, a fim
de suavizar o seu próprio receio de ser ameaçado e não de uma ação em prol da paz
mundial. Por trás do nacionalismo e imposição exacerbados dos norte-americanos, há
o medo e o temor de perder sua posição hegemônica e ter sua soberania abalada no
cenário mundial.

Objetivo do D2: demonstrar o real interesse pela “paz” imposta pelas grandes potências
bélicas, especialmente os EUA, revelando o procedimento contraditório por trás de tais
atitudes, geradoras de mais violência (veja a sublinha...) – plenamente atingido!

Por fim, é notório que os esforços mundiais pela paz tornam-se infrutíferos quando
barrados pelos interesses e imposições das grandes potências
. Além disso, cabe lembrar
que as instituições mundiais responsáveis pela manutenção da paz são formadas por
países que também sofrem essa pressão diplomática e receiam ser atacados por tais
países militarizados, o que os leva a uma aceitação das determinações dessas nações, as
quais empenham em guerras a fi m de buscar uma futura paz para seu próprio país, e não
para fazer um esforço pela paz mundial. Infelizmente, é evidente que a humanidade está
em um retrocesso moral aos tempos medievais, em que a força e o poder predominam
sobre a inteligência e a razão.

Objetivo da conclusão: criticar os procedimentos que hoje são elaborados em prol da
paz e ratifi car o “círculo vicioso” diplomático em que estamos inseridos.

 


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